Fisioterapia Invasiva

A Fisioterapia Invasiva é uma especialidade relativamente recente da fisioterapia, que inclui técnicas que envolvem, na sua generalidade, a utilização de um ecógrafo para que se aumente a eficácia e segurança dos procedimentos realizados com uma agulha de diâmetro reduzido, não biselada e não oca. A utilização da agulha comporta efeitos mecânicos e/ou neuroquímicos em função da técnica aplicada e que representam um avanço avassalador, principalmente no estímulo biológico (ie, regenerativo) dos tecidos moles, como o músculo, ligamento, tendão, fáscia, bolsa sinovial, cápsula, periósseo e nervo.

Esta área de intervenção, foi introduzida em Portugal em 2009, pelo diretor da FISIOGlobal, Ricardo Amorim. Atualmente, em termos internacionais, é dos profissionais com mais formação avançada nesta área tão particular, sendo naturalmente considerado o pioneiro e grande dinamizador da área em Portugal. Conta ainda com distinções internacionais pela formação pós graduada e resultados clínicos alcançados.

Esta é a uma das especialidades de eleição em casos de lesão do tendão (tendinite/tendinose/tenossinovite), lesão do músculo (rotura muscular), lesão do ligamento (entorses pé, joelho, etc), fasceíte plantar, esporão, periostite/canelite, pubalgia, bursite, capsulite, neuropatias, entre outros, sendo já usada, por exemplo, em grandes clubes europeus de futebol como é o caso da Juventus, Arsenal, Liverpool, Inter de Milão, Manchester United, Getafe FC ou Zenit FC.

Na FISIOGlobal, utilizamos técnicas como a Electrólise Percutânea Ecoguiada (EPI®, EPM), a Neuromodulação Percutânea Ecoguiada (NMPe) e a Punção Seca Ecoguiada (Ultrasound-Guided Dry Needling). Trabalhamos com os melhores equipamentos do mercado para, com segurança e eficácia aumentada, procedermos a estas intervenções.

A tomada de decisão, para se iniciar um processo de reabilitação com a Fisioterapia Invasiva é sempre, e sem exceção, precedida por uma criteriosa avaliação, para que possamos apurar a pertinência deste tipo de intervenção. Importa realçar, que apesar do impacto positivo que detém em condições neuro-músculo-esqueléticas, a Fisioterapia Invasiva (EPI®, EPM, Neuromodulação, Punção Seca/Dry Needling) quando indicada, faz parte de um processo terapêutico robusto e delineado, que contempla também outras áreas de intervenção.

MARCAÇÃO DE CONSULTA

Equipa especializada em Fisioterapia Invasiva

Focando a sua atenção na qualidade da avaliação clínica, a equipa da FISIOGlobal trabalha diariamente para proporcionar a cada utente a resposta mais adequada à sua condição, com a máxima qualidade e eficácia.

Esta forma de estar só é possível graças à combinação de uma equipa de trabalho interdisciplinar e altamente qualificada, com as mais recentes e distintas técnicas de intervenção na área da reabilitação, exercício clínico e bem-estar.

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Ricardo Amorim

Licenciado em Fisioterapia, mestre em treino de alto rendimento desportivo, pós graduado em fisioterapia invasiva, osteoetiopata…

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Perguntas Frequentes de Fisioterapia Invasiva

É a causa mais frequente de dor músculo-esquelética, devendo ser pesquisada a sua existência, citando apenas alguns exemplos, em casos de dor orofacial (cefaleias tensionais, dor temporomandibular), dor cervical, torácica ou lombar e ainda dor pélvica.

O termo dor miofascial é utilizado para descrever uma condição clínica específica de dor muscular regional, muito frequentemente associada à presença de um ou mais pontos dolorosos, que nessas circunstâncias são denominados pontos-gatilho. A dor é profunda e mal localizada, e habitualmente não tem causa conhecida (por ex. uma tendinite ou uma bursite). Regra, estão associadas alterações motoras, sensoriais e autonómicas, justificando-se desta forma o termo “síndrome miofascial”, e que pode ser abordado com a Fisioterapia Invasiva, por exemplo com a técnica de Punção Seca, onde se utiliza uma agulha para abordar de forma milimétrica a área hipersensível presente num músculo (comumente apelidada de ponto gatilho). Uma vez mais por questões de segurança e eficácia na generalidade dos casos, a técnica é realizada com controlo ecográfico.

O tratamento das tendinopatias constitui um verdadeiro desafio clínico, e a evidência científica disponível ao dia de hoje, não permite ainda a definição clara e rigorosa de protocolos certeiros de intervenção. Apesar de tudo, na última década, têm surgido novas e mais eficazes linhas de tratamento deste tipo de lesões, onde se encontra por exemplo a Electrólise Percutânea Ecoguiada (EPI®, EPM). Esta técnica, é tida como uma técnica biológica, e como tal, capaz de reativar os mecanismos de regeneração dos tecidos moles. Importa salientar, que na generalidade dos casos (principalmente nos tendões que sofrem cargas grandes, como é o caso do tendão rotuliano e tendão de Aquiles), é necessário incorporar estratégias activas, como o exercício, no processo terapêutico.

Muitas vezes apresentada pelas siglas “EPI® e EPM”, de “electrólise percutânea intratecidular” e “electrólise percutânea músculo-esquelética”, esta técnica, consiste na aplicação de uma corrente elétrica contínua (CC), através de uma agulha não oca, que atua como elétrodo negativo e cujo objetivo é induzir uma reação eletroquímica na região lesada do tecido mole afetado (tendão, músculo, ligamento, cápsula, bolsa, periósseo e nervo) , o que potenciará a existência de efeitos analgésicos, bem como um processo inflamatório local que facilita a fagocitose e a reparação do tecido intervencionado.Todo o procedimento é realizado e controlado ecograficamente.

Em resumo, gera um processo inflamatório especificamente na zona pretendida , que é absolutamente determinante para reativar os mecanismos de regeneração da área intervencionada.

Benefícios da EPI®/EPM relativamente a outras técnicas:

  1. É um tratamento local no ponto exato da lesão. Com a ajuda do ecógrafo, aplica-se de forma direta sobre o tecido alterado e/ou degenerado. Segurança e precisão do procedimento.
  2. Inicia eficazmente a reparação do tecido afetado. É capaz de iniciar um novo processo de proliferação do tecido de colagénio que, nestes casos, se encontra desagregado.
  3. As modificações na estrutura e no comportamento mecanobiológico do tecido mole são imediatas e em tempo real.
  4. A efetividade é muito alta comparativamente a tratamentos convencionais de fisioterapia ou médicos.
  5. A frequência de recidivas é baixa.